11_SOMOS TODOS IGUAIS



O MC conclui se voltando para a platéia e propondo uma dinâmica: “sintam a respiração, o pulsar do corpo; percebam que somos feitos da mesma matéria. Nisso o som grave e ritmado de um coração vai se multiplicando criando uma base rítmica. Um show de luzes revela no palco o Barbatuques, que entram em cena com uma performance musical retirando sons do próprio corpo. Num crescente, vão convocando e envolvendo a platéia, estimulando sua participação. Fazem um número musical divertido com sonoridade inusitada. Cantam um medley de “Cromosson” e “Baianá". Enormes figuras formam combinações engraçadas em cena, trazidas e movimentadas por performers. No final escutamos um pandeiro que aparece gigante nas imagens e chama a atenção para as telas.



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